À medida que as organizações avançam rumo a 2026, uma realidade se torna inegável: o mundo do trabalho está mudando mais rápido do que nunca, e espera-se que o Recursos Humanos lidere essa transformação. O crescimento da inteligência artificial, a demanda por flexibilidade, o aumento do valor atribuído à diversidade e a centralidade do bem-estar estão redefinindo a forma como as empresas pensam sobre pessoas. Essas não são tendências abstratas; são forças que estão redefinindo a competitividade.
Ignorá-las já não é uma opção. Isso impacta diretamente a capacidade de uma empresa de atrair talentos, manter as pessoas engajadas e sustentar a produtividade.
E, em meio a essa transformação global, uma verdade fica cada vez mais clara: a experiência do colaborador não pode continuar fragmentada. A desconexão é especialmente visível entre os 80% da força de trabalho global que não trabalha em um escritório, segundo o World Economic Forum; colaboradores da linha de frente em varejo, logística, manufatura e operações de campo que historicamente ficaram fora da conversa digital.
Por isso, a primeira grande tendência que moldará 2026 é:
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O imperativo mobile-first para alcançar os 80% desconectados.
Se a experiência do colaborador não for acessível pelo celular, na prática, ela não existe. À medida que o trabalho híbrido e o trabalho operacional se expandem, as plataformas precisam unificar comunicação, treinamento e processos de RH sem atritos. A Humand foi criada exatamente para fechar essa lacuna, reunindo comunicação, aprendizagem e fluxos de trabalho em um único aplicativo móvel, simples e multilíngue.
O trabalho flexível reforça ainda mais essa mudança. A McKinsey aponta que 90% dos colaboradores que podem trabalhar de forma híbrida querem manter ao menos algum nível de flexibilidade, e em setores operacionais, a “flexibilidade de turnos” está se tornando um benefício competitivo. Uma experiência mobile-first é a única forma de garantir equidade e acesso em todos os modelos de trabalho.
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Pressão por ROI e a virada definitiva para People Analytics.
No nível da alta liderança, as expectativas também evoluíram. CEOs e CFOs querem evidências, não intuição.
Segundo a Gartner, os CFOs agora priorizam métricas claras de ROI em projetos de pessoas, conectando engajamento diretamente à produtividade e à eficiência de custos. O relatório Human Capital Trends da Deloitte mostra que 71% dos CEOs esperam que o RH lidere a transformação cultural e digital.
No entanto, existe uma lacuna de percepção: a PwC indica que menos de 30% dos líderes de RH se sentem preparados para demonstrar impacto direto nos resultados do negócio.
Essa mudança não é opcional. O RH precisa falar a linguagem do negócio, traduzindo dados de clima e rotatividade em indicadores financeiros. Por isso, 2026 será o ano em que o RH dependerá ainda mais de People Analytics. A Humand consolida métricas de experiência como adoção, engajamento, clima e tempo de onboarding em um único lugar, permitindo decisões baseadas em dados.
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A IA como copiloto operacional do RH.
A inteligência artificial está se tornando um pilar fundamental da experiência do colaborador. Pesquisas da Gartner de 2024 indicam que 81% dos líderes de RH já utilizam ou planejam utilizar IA generativa em recrutamento, treinamento e comunicação interna.
Isso não é mais futurismo; é eficiência operacional imediata. A IA elimina trabalhos repetitivos — como tickets, formulários e FAQs — para que os times de RH possam investir seu tempo no que realmente gera impacto: cultura, liderança e engajamento estratégico.
A Humand integra IA para automatizar fluxos de trabalho, personalizar a comunicação e oferecer suporte instantâneo aos colaboradores, em escala.
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Bem-estar como prioridade regulatória e de ESG.
A tecnologia não está apenas impulsionando eficiência; ela está se tornando essencial para conformidade. O bem-estar agora é um risco regulatório e reputacional, impulsionado por padrões como a ampliação das exigências do pilar “Social” do ESG.
Os números reforçam a urgência: a OMS estima que a depressão e a ansiedade custam cerca de US$ 1 trilhão por ano em perda de produtividade.
Pesquisas anuais já não são suficientes. As organizações precisam de visibilidade contínua: pesquisas de pulso, sinais de alerta precoce e documentação sólida de riscos psicossociais. A Humand oferece a infraestrutura para o monitoramento consistente e centralizado do clima e do bem-estar.
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A batalha pela retenção: reinventando onboarding e reconhecimento.
Em um mercado onde atrair talentos é difícil e substituí-los é ainda mais caro, a experiência nos primeiros momentos do colaborador é decisiva. Estudos como os do Aberdeen Group mostram que empresas que investem em onboarding digital e treinamentos online podem reduzir o tempo de integração em cerca de 30%, enquanto o reconhecimento contínuo fortalece a cultura e o sentimento de pertencimento, mesmo em equipes distribuídas.
A Humand automatiza jornadas de onboarding e programas de reconhecimento, tornando-os consistentes, mensuráveis e escaláveis.
Planejar 2026 também exige escutar profundamente executivos, líderes e colaboradores no dia a dia.
- Os CEOs querem que o RH lidere a transformação.
- Os CFOs exigem impacto mensurável no negócio.
- Os colaboradores buscam desenvolvimento, clareza e flexibilidade.
- As equipes de linha de frente precisam de acessibilidade e inclusão.
Coletar feedback por meio de entrevistas com líderes, grupos focais e canais digitais garante que o plano reflita necessidades reais, e não suposições. E quando pontos de dor recorrentes se transformam em projetos, como automatizar aprovações, melhorar a comunicação ou oferecer trilhas de aprendizagem, o engajamento e a credibilidade aumentam.
Feedback não é formalidade; é insumo para ação.
Tudo aponta para uma única direção: 2026 será o ano em que o RH deixará para trás processos isolados e manuais e adotará uma experiência do colaborador integrada, mobile-first, habilitada por IA e orientada por dados.
E, nesse contexto, a Humand se posiciona como a plataforma que conecta toda a organização — com ou sem escritório — e transforma a gestão de pessoas em um verdadeiro motor de produtividade, bem-estar e retenção.
