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Diretiva de Transparência Salarial em Portugal

Bandeira de Portugal ao vento — Diretiva de Transparência Salarial

Índice de conteúdo

Diretiva de Transparência Salarial: O Prazo Passou. O Trabalho Continua.

A 7 de junho de 2026, Portugal juntou-se à maioria dos Estados-membros da UE que não transpuseram integralmente a Diretiva de Transparência Salarial para a legislação nacional. O prazo já passou — mas as obrigações não desaparecem com ele.

Para as equipas de Recursos Humanos portuguesas, este não é apenas um problema jurídico. É um aviso: a gestão da conformidade tornou-se uma prioridade imediata, independentemente de quando a lei nacional for publicada.

O que está em jogo

A Diretiva 2023/970/UE obriga as empresas a garantir transparência nos salários — tanto no recrutamento como internamente. Os empregadores terão de comunicar faixas salariais, justificar diferenças de remuneração e responder a pedidos de informação dos trabalhadores.

Em Portugal, a reforma do Código do Trabalho foi aprovada em Conselho de Ministros a 14 de maio, mas ainda está em fase de aprovação parlamentar. Paralelamente, a transposição da Diretiva dos Trabalhadores de Plataformas continua por concluir — e o prazo de conformidade com o AI Act da UE está marcado para dezembro de 2027.

Três frentes regulatórias abertas em simultâneo. Um segundo semestre de 2026 muito exigente.

O erro que as empresas não podem cometer

Aguardar pela aprovação da lei nacional antes de agir.

A lógica parece razoável: sem lei, sem obrigações concretas. Mas esta postura ignora dois riscos reais:

Risco reputacional e de talento. Candidatos e colaboradores já esperam transparência salarial. Empresas que não comuniquem a sua política — mesmo sem obrigação legal — ficam em desvantagem competitiva.

Risco operacional. Quando a lei for publicada, as organizações com processos de comunicação interna estruturados terão muito menos trabalho de adaptação. As restantes farão tudo à pressa.

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A conformidade começa antes da lei. Começa na comunicação interna.

O desafio específico das equipas distribuídas

Em Portugal, uma parte significativa da força de trabalho está em logística, retalho, saúde e turismo — setores onde os colaboradores raramente têm acesso a e-mail corporativo ou trabalham fora do escritório.

Para estas equipas, comunicar políticas salariais, distribuir documentação de conformidade ou gerir formulários e procedimentos de aprovação é estruturalmente difícil — a menos que exista a plataforma certa.

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O Humand permite que as equipas de RH comuniquem com todos os colaboradores — independentemente de onde trabalham ou do dispositivo que utilizam — de forma segmentada, rastreável e em tempo real. Para uma realidade regulatória tão densa como a de 2026, isso não é um luxo: é uma necessidade operacional.

O que fazer agora

  • Reveja a política salarial interna e identifique lacunas de transparência.
  • Prepare uma comunicação clara sobre a intenção da empresa em matéria de equidade salarial.
  • Mapeie os canais de comunicação interna e garanta que chegam a todos os colaboradores.
  • Acompanhe o processo legislativo do Código do Trabalho e da Diretiva dos Trabalhadores de Plataformas.

A janela entre “a lei não está aprovada” e “a lei entra em vigor” é curta. As empresas que a aproveitarem estarão em vantagem. As outras estarão a apagar incêndios.

Quer saber como o Humand ajuda as equipas de RH a navegar estes desafios regulatórios? Fale connosco.

 

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